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   Última atualização: 04/06/10

Internet deve ser tratada como prioridade nas Eleições 2010, diz "blogueiro de Obama"

Por André Naddeo - Do UOL Notícias no Rio de Janeiro

Sam Graham-Felsen, blogueiro da campanha presidencial de Barack Obama em 2008, concede entrevista ao UOL no Rio
Em 4 de novembro de 2008, quando a contagem dos colégios eleitorais dava conta de que o senador republicano John McCain estava definitivamente derrotado, não foi apenas o grito de “Yes, We Can” diante da recessão econômica, tampouco o fato inédito de um negro ser eleito para ser o 44º presidente dos Estados Unidos, que se sobressaíram na vitoriosa campanha democrata de Barack Obama.
"Na campanha de 2008 do Obama foi o momento que o mundo todo reconheceu o quão poderosa a internet poderia ser numa eleição. Nós arrecadamos dois terços do dinheiro da campanha somente em doações online”. A declaração é de Sam Graham-Felsen, um dos diretores de novas mídias da campanha de Obama à presidência, e responsável pelo site “barackobama.com”, o blog que se transformou em plataforma de campanha responsável por números expressivos.
Além dos dois terços de toda as doações arrecadadas, foram recrutados cerca de R$ 2 milhões de voluntários, outros tantos milhões de seguidores nas redes sociais (Facebook, Twitter, My Space etc), e uma lista de e-mails com 13 milhões de cadastrados foi formada. Por mais que a eleição norte-americana seja por meio de um modelo diferente do brasileiro (cada Estado tem um peso de acordo com o sistema eleitoral do país e a maioria de votos faz o candidato conquistar o colégio de cada federação), o recado para as eleições 2010, na qual os brasileiros escolherão presidente, governador, dois senadores, além de deputados federais e estaduais, está dado.
“Se alguém quer aprender algo com a campanha do Obama tem que levar a internet a sério. Deve ser umas das prioridades da campanha. Deve haver um staff para tratar somente destas novas mídias. E lembrar que estas pessoas não são aquelas que apenas consertam computadores, mas que precisam ser tratadas como gerentes nesta questão. Isso é realmente importante”, aponta o “blogueiro de Obama”, que atualmente é um dos diretores do projeto Aliance for Youth Movements, uma espécie de ONG para jovens ativistas digitais.
De passagem pelo Rio de Janeiro para participar do V Fórum Urbano Mundial das Nações Unidas, e pela primeira vez em solo brasileiro, Sam Graham-Felsen concedeu entrevista exclusiva ao UOL Notícias, na qual, além de dar mais detalhes de toda a campanha do atual presidente dos EUA, aponta a necessidade de os diretórios de campanha brasileiros aderirem à realidade web para conquistar mais eleitores e, principalmente, aproximá-los dos candidatos.

Enquanto no Brasil a internet ainda não serve como plataforma para os políticos mudarem os rumos de uma campanha e a prática fica restrita aos comícios, debates na imprensa e principalmente propaganda na TV e rádio, em 2004, quatro anos antes de Obama chegar à Casa Branca, um outro candidato democrata é considerado o pioneiro na ideia de mobilizar eleitores via web: Howard Dean.
“Ele foi o primeiro a mostrar o poder de se angariar doações e voluntários [pela internet]. Ele perdeu, nem conseguiu vencer [o senador] John Kerry [nas prévias do Partido Democrata].Mas algumas das pessoas que trabalharam na equipe do Obama, especialmente "os cabeças" da equipe de internet, trabalharam anteriormente para Howard Dean, e eles não queriam cometer os mesmos erros que Howard Dean cometeu”, relata Felsen.
“A grande lição foi que aprendemos que a campanha não era só um caminho como: ‘Esta é a mensagem da minha campanha, fique com ela, ou deixe-a de lado’. Ao invés disso, era ‘aqui está o que eu defendo, e eu quero ouvir de você também, diga-nos o que você pensa’. Esta era a nossa atitude, nós queríamos que as pessoas pensassem que elas tinham um lugar na mesa, e que elas realmente tinham importância para a campanha. E nada melhor do que a internet para isso”, completa.
O diretor do “barackobama.com” trabalhou diretamente com o braço direito de Obama e dirigente de todo o processo eleitoral democrata em 2008: David Plouffe. Juntos, eles traçaram a diretriz para estabelecer um canal direto entre o candidato democrata e seus eleitores. "David Plouffe sentiu que era importante ser transparente na campanha, que eles tinham que ter real acesso ao que era a estratégia de campanha. E quando ele fez isso, nossos eleitores realmente gostaram e você podia perceber as doações subindo, as pessoas sentiram que a campanha realmente se importava com elas”, explica Sam.
Leis para a internet nas eleições 2010
Nas eleições deste ano no país, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autoriza os candidatos a se manifestarem por meio de site pessoal com endereço eletrônico comunicado à Justiça Eleitoral e hospedados provedores nacionais. Permite ainda a criação de blogs, redes sociais e serviços de mensagens eletrônicas previamente cadastrados. Proíbe apenas a propaganda eleitoral em sites independentes, mesmo que gratuitamente.
Todas estas normas valem a partir do dia 5 de julho. Tempo suficiente para que haja um planejamento e que estas novas ferramentas sejam utilizadas para mudar o panorama da campanha eleitoral brasileira, segundo Sam Felsen.
“Campanhas inteligentes estão investindo muito mais recursos na internet”, aponta, antes de chamar a atenção para o fato de que este retorno financeiro pode vir em um maior número de doações. “Nos EUA, as campanhas costumavam arrecadar a maior parte do dinheiro de pequenos grupos que faziam grandes doações. Agora eu acho que é o oposto: eles estão procurando o maior número possível de pessoas para se envolverem, porque quando você tem 3 milhões de doadores, mesmo se eles derem só um pouquinho, acaba atingindo números bem grandes”, completa.
No Brasil, a Justiça Eleitoral permite doações diretas aos partidos, inclusive usando o cartão de crédito, mas o cenário ainda é restrito aos pequenos grupos, principalmente empresariais, que doam grandes somas de uma só vez aos candidatos.
Embaixadas do Obama
Twitter, Facebook e My Space são redes sociais que a maioria dos políticos brasileiros já usufruem. Eles possuem perfis, se comunicam com os internautas-eleitores, mas de acordo com o diretor de novas mídias ainda não captaram a essência e o poder destas plataformas.
“Basicamente, nós vimos Twitter, Facebook, My Space e muitos dos outros sites de relacionamento como embaixadas do nosso site. Como uma embaixada é um lugar onde você distribui a mensagem sobre o que o seu país está fazendo, quais são os seus valores, é como nós vimos as redes sociais. Mas fundamentalmente nós queríamos que eles voltassem ao [site] "barackobama.com". Nós queríamos que eles entrassem em nossa lista de e-mail. Não queríamos que eles simplesmente ficassem no Twitter ou no Facebook”, explica.
"Nesta campanha, todos os discursos do Obama estavam no YouTube para todos assistirem integralmente. Além disso, Obama era capaz de fazer mensagens que iam direto aos seus eleitores, sem ter que falar com a mídia antes. Nós tivemos a possibilidade de conversar diretamente com eles. Eu acho que as pessoas puderam ter compreensão do candidato e saber quais eram os seus valores”, completa.
Quem é Sam Graham-Felsen
Sam Graham-Felsen, 28, nasceu em Boston e estudou jornalismo em Nova Iork. Atuou como repórter de política para alguns veículos, entre os quais se destaca o <i>The Nation</i>, especializado no tema.
Quando fez uma reportagem sobre um grupo no Facebook chamado <i>”One million strong for Barack Obama</i>” (Um milhão apoiando fortemente Barack Obama), que em apenas um dia reuniu 300 mil pessoas, percebeu que “quanto mais eu escrevia sobre como a internet ajudava a mobilização dos jovens, mais eu ficava interessado na campanha propriamente dita”.
Ligou para um dos diretores da campanha, que ainda reunia poucos profissionais, oferecendo seu trabalho. Em duas semanas largou o seu apartamento em Nova Iork e mudou-se para Chicago, onde passaria os próximos dois anos “trabalhando sete dias por semana” até Barack Obama ser eleito o 44º presidente dos Estados Unidos.

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Criador do primeiro computador pessoal, Ed Roberts morre aos 68 anos

Por IDG News Service

Henry Edward Roberts, criador do Altair 8800, inspirou Bill Gates e Paul Allen a entrarem no negócio de software para computação pessoal.
Henry Edward Roberts, criador do Altair 8800 que inspirou Bill Gates e Paul Allen a entrarem no negócio de software para computação pessoal, morreu aos 68 anos.
"Estamos profundamente entristecidos com o falecimento do nosso amigo e primeiro mentor, Ed Roberts" disseram os co-fundadores da Microsoft, Bill Gates e Paul Allen, em um comunicado divulgado na quinta-feira (1/4).
"Ed foi um verdadeiro pioneiro na revolução dos computadores pessoais, e nem sempre recebeu o reconhecimento que merecia", acrescentaram Gates e Allen.
Roberts foi um dos fundadores da Micro Instrumentation and Telemetry Systems (MITS), um varejista de kits para entusiastas da eletrônica. Lá ele projetou o Altair 8800, provavelmente o primeiro computador pessoal. Quando a revista Popular Electronics apresentou o Altair em sua capa em janeiro de 1975, Gates e Allen ofereceram-se para desenvolver uma versão da linguagem de programação Basic para o novo computador e então criaram a configuração do Microsoft (então conhecida como Micro-Soft) para fazê-lo.
"Ed estava disposto a dar uma chance para nós - dois rapazes interessados em computadores muito antes de eles serem comuns - e temos sido sempre gratos a ele", comentaram os dois fundadores da Microsoft.
"O dia em que nosso primeiro software ainda não testado funcionou no Altair foi o início de uma série de grandes coisas. Nós sempre temos muitas lembranças boas de trabalhar com Ed em Albuquerque, no escritório do MITS na Rota 66.
Gates e Allen contam que Roberts era um homem intenso, com um grande senso de humor, e que sempre se preocupou profundamente com as pessoas que trabalhavam para ele. Esta atitude, entretanto, não foi estendida aos funcionários da empresa. Poucos anos após o lançamento do Altair, Roberts vendeu a MITS e se mudou para o Estado da Geórgia, onde estudou medicina e tornou-se um médico local.

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Corte nega apelação e Microsoft tem de retirar função do Word

Por IDG News Service

Pedido de revisão de processo movido pela i4i foi negado por corte federal na quinta-feira (1/4). Empresa pode apelar somente à Suprema Corte.
O pedido de revisão de julgamento feito pela Microsoft à Corte Federal de Apelação dos Estados Unidos sobre a retirada de uma função do pacote de produtividade Office 2007 foi negado na quinta-feira (1/4). Agora a empresa deve recorrer à Suprema Corte norte-americana.
A corte também reforçou a decisão anterior do júri que envolve o pagamento de uma multa de 240 milhões de dólares em danos à empresa i4i por infração de patentes no Office. De acordo com a sentença, a Microsoft terá de retirar uma função do Word 2007 para criação de documentos customizados em linguagem XML. A companhia declarou que o novo Office 2010 já não vai mais incluir tal funcionalidade.
A Microsoft tentou a revisão do processo em todas as 12 cortes de apelação do Circuito Federal dos Estados Unidos. Agora, a empresa pode pedir que a Suprema Corte reconsidere a decisão, mas ainda não afirmou se vai partir para este recurso.
"Estamos desapontados com a decisão" disse o diretor de assuntos públicos da Microsoft, Kevin Kutz. "Quanto às próximas etapas, continuamos a acreditar que há questões importantes da lei de patentes que ainda precisam ser devidamente tratadas, e estamos ponderando nossas opções para ir em frente."
A Microsoft tem outra opção. Em março, três juízes no tribunal ampliaram a decisão anterior de manter o veredicto de violação deliberada do júri. Isso significa que a Microsoft poderia agora pedir ao Tribunal Pleno a revisão deste parecer.
A empresa I4i declarou estar "encantada" com a decisão anunciada na quinta-feira. "Este tem sido um processo longo e árduo, mas essa decisão é um poderoso reforço da mensagem de que as pequenas empresas e inventores que possuem a propriedade intelectual podem e devem ser protegidos", disse o presidente da i4i, Loudon Owen, em um comunicado.

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Teatro via internet: essa combinação pode dar certo?

Por IDG News Service

Novo portal brasileiro aposta na exibição online de espetáculos, com vídeo de alta definição e preços a partir de 10 reais. Será que pega?
Uma iniciativa no mínimo instigante busca aproximar uma das mais antigas formas de arte - o teatro - à transmissão de vídeo pela internet, em alta definição. Este é o desafio do Portal Cennarium, um projeto de 10 milhões de reais bancado integralmente pela empresa de mídias digitais Nortik e que visa levar as principais peças a qualquer pessoa com um computador e acesso à web.
“O Cennarium é, sim, um negócio, mas nosso objetivo maior é a inclusão cultural”, explica o diretor do portal, Roberto Lima. “O primeiro ponto que nos motivou foram as estatísticas oficiais de que 95% da população não têm acesso a teatro.”
Lima ressalta que a internet tem pouca coisa relacionada a teatro. “Descobrimos que 92% das companhias de teatro nem têm site”, diz Lima. “Um exemplo é a peça ‘A Loba de Ray-Ban’, que ocupa um espaço dentro da página pessoal da atriz Cristiani Torloni.”
Na visão do diretor, o Portal Cennarium vai atender a quem gostaria de assistir às peças do eixo Rio-SP, mas que por alguma razão – tempo, dinheiro, distância – é impedido de vir. “Ele poderá ligar seu notebook com conexão de banda larga à sua TV, via cabo HDMI, e assistir ao espetáculo com qualidade digital de alta definição”, diz Lima.
Opções de transmissão em banda estreita, disponíveis no site, vão atender a quem tem conexão discada. E projetos especiais poderão levar a exibição de espetáculos a um público específico, como estudantes. “Escolas de qualquer cidade do País poderão exibir peças clássicas em cartaz em São Paulo”, comemora o executivo.

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Como encolher um data center

Por Rodrigo Afonso

O data center do banco Credit Union of Colorado, em Denver, nos EUA, está prestes a encolher. E para o administrador de redes sênior da instituição financeira, Tom Gonzales, essa é uma excelente notícia. “Usamos mais espaço que o necessário e vamos devolver isso à companhia”, diz. Seu mantra é quanto menor, melhor, em se tratando do data center, fator que ganhou mais importância com a crise econômica. A tendência está sendo seguida por outros profissionais de TI, todos buscando tornar o datacenter mais compacto. E a receita para alcançar o cenário ideal é adotar virtualização, saber como lidar com densidade de dados e usar hardware multifuncional, além de utilizar fontes alternativas de energia e técnicas de projeto modular. A economia é refletida na conta de energia elétrica, na redução do custo de propriedade e no gerenciamento simplificado da infraestrutura.
No banco norte-americano, por exemplo, a virtualização dos servidores foi importante para reduzir os requisitos de espaço do data center, enquanto simplificou e tornou mais eficiente a infraestrutura. “Nós costumávamos manter 40 caixas. Agora temos 12 racks de servidores e o plano é consolidar para apenas quatro”, diz Gonzales. A consolidação dos servidores e recursos relacionados no Credit Union of Colorado deixou o velho data center com espaço em excesso. “Tentamos convencer a empresa a nos dar mesas de bilhar, porque há espaço mais do que suficiente”, diverte-se. Na verdade, a área que agora está disponível será muito bem utilizado pela instituição financeira, que conta com mais de 80 mil funcionários e precisa de espaço físico para colocar tanta gente para trabalhlar. “Estamos no centro de Denver, uma área bem cara. Esse espaço será revertido para garantir novas estações de trabalho”, afirma Gonzales.
Apesar de trazer resultados, a redução do tamanho do data center não deve ser o único foco dos esforços para corte de custos, alerta o vice-presidente da área de data center da IBM, Steve Sams. “O espaço físico ocupado não é o principal no custo de data center, que representa de 7% a 10% do seu orçamento”, afirma. Segundo Steve, o principal gasto de um data center está no consumo de energia elétrica e na infraestrutura de refrigeração, que inclui todos os aparelhos, geradores, fontes de energia sem interrupção (UPS), distribuição de energia, etc. Para o banco de Denver, a redução do tamanho do data center cortou cerca de 33 portas de energia e dois circuitos, de acordo com Gonzales. Apesar disso, o executivo não consegue especificar a economia em dólares, pois a empresa não conta com ferramentas para realizar essa medição.Os líderes de TI também precisam prestar atenção para a melhoria de capacidade do hardware disponível. Por meio do uso de hardware mais denso, é possível equacionar a economia com o aumento de cargas de trabalho que os negócios demandam. “A tecnologia está ficando cada vez menor”, destaca Sams.

Mais redução
O diretor de serviços de TI da Universidade de Victoria, em Melbourne, Austrália, Phil County, é mais um dos líderes que procuram se beneficiar de um data center compacto. County está supervisionando a construção de um complexo de data center que será grande o suficiente para atender a necessidade da computação e de rede da universidade, mas pequeno o suficiente para economizar em hardware, uso de energia, espaço físico e outros pontos de economia. “Nosso objetivo é manter o menor datacenter possível. Para tanto, estamos criando um novo tipo de data center, bem diferente daqueles que ocupam campos de futebol”, afirma County.
O desafio é grande: a Universidade de Vitória opera 11 campi e outras unidades na área chamada de grande Melbourne, oferecendo serviços a mais de 45 mil alunos. A instituição vê o novo complexo de data center, alocado em duas unidades, como crítico para a realização dessa atividade e para dar suporte às atividades administrativas. “Precisamos garantir nosso crescimento futuro e planejar, desde já, o atendimento às necessidades dos próximos dez anos, incluindo energia, refrigeração, espaço físico e capacidade”, diz o diretor.
Apesar da operação em dois locais físicos, a universidade está criando um único data center lógico que oferece redundância e flexibilidade para as operações. Virtualização, racks de alta densidade e desenho modular vão permitir que a instituição diminua seu consumo de energia. O data center também utilizará refrigeração enfileirada, focando na fonte de calor, combinado à refrigeração gratuita do inverno de Melbourne. “Quando a temperatura chega a 15oC, a temperatura ambiente passa a ser utilizada, com menor uso dos compressores e eletricidade. Quando chega a 5oC, a temperatura ambiente faz todo o trabalho dos compressores”, detalha County. O sistema é configurado para garantir que todo o processo ocorra com mínima intervenção humana. “Toda vez que a temperatura ambiente atinge valores determinados, o sistema já toma as providências”.
A universidade utilizará também pequenos módulos UPS para maximizar o total de energia consumível e otimizar a eficiência. A expectativa é que o data center consuma 45% menos energia que uma planta comum, com potencial de economia de 300 mil kilowatts por ano. Com o novo data center tomando forma, County está consolidando também servidores e outros equipamentos que antes estavam espalhados em diversos edifícios. “Já centralizamos mais de 350 máquinas e reduzimos o número de caixas para cerca de 240”, contabiliza.
Nos casos de sucesso, a virtualização desempenhou um importante papel na redução de tamanho dos data centers e dos custos. O co-fundador da empresa especializada em projetos de data centers Kovarus Technology Solutions, Peter Castaldi, comprova a hipótese com números. “Cada servidor físico consome uma quantidade fixa de energia o tempo todo, não importa se é muito ou pouco usado. Cada servidor virtualizado representa um impacto imediato nas contas”, afirma.
A virtualização também leva a um data center mais produtivo e de melhor desempenho. “A tecnologia muda muitos processos e melhores práticas. Muda a forma como você usa hardware, armazenamento, redes. A maioria das coisas muda para a melhor”, avalia Castaldi.
A virtualização também força os líderes a prestarem mais atenção à forma como eles configuram e rodam os sistemas. Mas o esforço é compensado pelo resultado, diz Castaldi. Os benefícios, segundo ele, são redução de Capex, custos operacionais, melhoria dos planos de recuperação de desastres, entre outros resultados que se pode esperar da redução do data center. “E é tudo facilmente justificável, pois são custos diretos”, ressalta.
Os benefícios são tão evidentes que os líderes já buscam virtualizar tudo o que é possível na infraestrutura da empresa: armazenamento, desktops e até laboratórios de automação. “Tudo isso pode ser colocado no jogo do data center para economizar de diversas formas”, pontua Castaldi.

Reformulação
A empresa de saúde Sister Mercy Health é mais uma com projetos complexos de consolidação de data center. No passado, a companhia, que opera 18 hospitais, acabou tendo que lidar com sete plantas, tornando essa redução mais difícil.
A organização agora está trabalhando em um data center compacto projetado para atender sua necessidade em termos de fluxo de trabalho, configuração, uso de energia e outras áreas críticas. Mas antes que a construção seja levada adiante, a Mercy precisou encontrar um lugar para instalá-lo. O desafio, segundo o diretor executivo para data center da companhia, David Shaw, era manter o data center longe das principais possibilidades de falha. “Também queríamos ter certeza de que haveria acessibilidade em termos de conexões de alta velocidade”. Para tanto, a escolha foi um lugar bastante próximo à matriz da compania, em St. Louis, Missouri (EUA).
Ao desenvolver o data center, o objetivo de Shaw era manter a planta o mais compacta possível, considerando as altas cargas de trabalho relacionadas a negócios e serviços médicos. O diretor executivo escolheu um projeto modular que permite a uma redução ou expansão veloz do data center de acordo com as necessidades da Sister Mercy Health.
Conselhos para as empresas
O maior desafio na redução de tamanho de um data center é o planejamento. Todo o projeto deve ser feito cuidadosamente, de forma que tudo se encaixe quando estiver finalizado. “Nos dias de hoje, não há espaço para desperdícios”, observa Gonzales.
Outra questão que costuma surgir é um certo desconforto nos líderes de TI e em sua equipe que acreditam que vão perder o domínio sobre a infraestrutura da empresa. Gonzales diz que é necessário deixar claro que um data center menor não reflete nas habilidades e na qualificação da equipe. “Somos julgados pela qualidade do trabalho e não pela área que ocupamos na companhia”, afirma.
Outro temor é de um eventual impacto no tamanho da força de trabalho, mas diminuir o data center não significa, necessariamente, redução da equipe. “Pode até melhorar, já que a equipe trabalha de forma mais inteligente e os líderes de TI têm a oportunidade de mostrar mais valor”, pondera Castaldi.
Tarefas como backups e relatórios são reduzidas ou eliminadas nos novos tipos de data center, mas atividades mais complexas, como aplicações e serviços de rede continuam precisando de profissionais qualificados.

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Verificar URLs curtas não protege usuário no Twitter, diz pesquisador

Por Joan Goodchild, da CSO/EUA

Preocupações a respeito do risco inerente ao uso de URLs curtas podem ser demasiadas, segundo relatório publicado por um pesquisador da empresa de segurança Zscaler. Tal constatação vem depois de o Twitter ter anunciado a implementação de um sistema de verificação para checar todas as URLs postadas pelos usuários no serviço de microblog quanto a sites maliciosos. Em novembro, o bit.ly, popular serviço web para encurtar endereços de internet, fez um movimento semelhante. Mas a segurança pode serão tão necessária quanto se pensava.
Enquanto o Twitter e as URLs curtas utilizadas nos posts têm sido acusadas de direcionar usuários a sites maliciosos, Julian Sobrier, da Zscaler, pensa diferente. O pesquisador investigou os links postados no Twitter tanto antes quanto depois da implementação da medida de segurança. Foram vistoriadas mais de um milhão de URLs a partir da timeline no período compreendido por “algumas” semanas ante de a funcionalidade entrar em cena.
Os links foram avaliados por meio da infraestrutura da Zscaler para identificar que endereços estavam relacionados a sites maliciosos. Na mira estavam apenas sites maliciosos do tipo phishing e malware e não incluíram sites relacionados a spams.
Os números mostraram que apenas 773 links conduziam a sites com conteúdo malicioso, cerca de 0,6% da amostra, de acordo com o pesquisador. Sobrier diz que o Bit.ly representa 40% de todos os links curtos avaliados e, na mesma proporção, as URLs criadas por meio dele conduziam a conteúdos maliciosos. Outro encurtador de URLs, o TinyURL, responde por 5% das URLs publicadas e por 6% de endereços responsáveis por conteúdo malicioso.
“Ao que tudo indica, a proteção antiphishing antimalware do bit.ly não está resultado em URLs mais seguras, quando o comparamos com outros encurtadores de URL”, afirma Sobrier em um post publicado no site da empresa. Segundo ele, o que realmente é capaz de proteger os usuários são os serviços de varredure em tempo real que avaliam tanto a URL quando o conteúdo.
Sobrier diz que o Twitter e o bit.ly podem apenas fazer varreduras periódicas nos links, e os sites maliciosos tentam ocultar seu conteúdo maléfico de não usuários a partir de geografia ou do tipo de agente de verificação utilizado e também ao exigir um navegador que possa traduzir corretamente Javascript, Flash etc. “Criminosos podem apresentar conteúdo inofensivo aos serviços de varredura do Twitter ou do bit.ly, mas se mostrarem perigosos quando um visitante real vai até eles”, explica.

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Como o Google quer mudar o setor de telecomunicações

Por Brad Reed, da Network World/EUA

Empresa diz que não quer ser provedor de internet nem fabricar celulares. Mas faz isso e muito mais - tudo em nome de uma estratégia maior.
O Google afirma que não quer ser provedor de internet. Na verdade, ele quer fazer com que seu provedor atual se comporte mais como... O próprio Google.
É por isso que, nos últimos anos, a gigante das buscas na web tem usado sua força financeira e de marca para fazer incursões regulares pela indústria de telecomunicações.
Quando faz lobby por uma legislação de neutralidade na rede, desenvolve seu próprio celular e sistema operacional e cria uma rede de banda larga experimental de alta velocidade, o Google mostra que não dá espaço à timidez quando quer jogar seu peso sobre as operadoras.
E o que o Google quer com isso? Essencialmente, ele quer dizer que as operadoras devem controlar menos o que elas podem ou não fazer com suas redes. Um dos objetivos da plataforma Android, por exemplo, é fazer com que as operadoras sejam menos restritivas a aplicativos e conteúdos que podem ou não funcionar em suas redes sem fio.
Ao mesmo tempo, a neutralidade na rede impediria que operadoras dessem prioridade a seus próprios conteúdos, em relação aos conteúdos de provedores rivais e de outras empresas da internet.
Conheça as três principais iniciativas do Google em telecomunicações, seus objetivos e o nível de sucesso que cada uma atingiu.
Iniciativa 1: neutralidade na rede
Objetivo: O Google não está lutando nesta batalha sozinho. Diversas empresas de internet e grupos de defesa do consumidor têm defendido regras de neutralidade na rede há pelo menos cinco anos.

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Apesar de entraves, mercado de games deve crescer no Brasil

Por THÉO AZEVEDO para a Folha de S.Paulo

População jovem e numerosa, estabilidade econômica, ascensão da classe média e uma grande empatia por games estão entre os principais fatores que colocam o Brasil como a bola da vez no mercado internacional, ainda que o progresso aconteça a passos lentos.
Para gigantes como Microsoft, Sony e Nintendo, os maiores obstáculos são a pirataria, a alta carga tributária e a falta de informações oficiais.
Por outro lado, nunca se jogou tanto on-line no Brasil: a Level-Up, que comercializa Ragnarök e Grand Chase, conta com 1,2 milhão de jogadores por mês, enquanto 700 mil já experimentaram Cabal Online, RPG da Gamemaxx.
Preços altos
Vida ingrata mesmo é a de quem compra videogame e jogos no país: "Reduzir os preços é fundamental para conquistar mais consumidores no Brasil", resume Mark Wentley, executivo da Nintendo para a América Latina. "Trata-se de um dos nossos objetivos para o futuro e de algo de que estamos cuidando de perto", completa.
Hoje, para exemplificar, o Wii sai por R$ 1.000, enquanto um jogo novo para o console custa R$ 250; nos EUA, os valores são US$ 199 (cerca de R$ 360) e US$ 49 (cerca de R$ 89), respectivamente.

Divulgação

Tela do jogo Gear of War 2, comercializado oficialmente pela Microsoft no país para o Xbox 360

Tela do jogo Gear of War 2, comercializado oficialmente pela Microsoft no país para o Xbox 360

 

Tamanha discrepância de preços, dizem as empresas, se deve à alta carga tributária, que chega a aumentar em 257% o preço original.
Com isso, o espaço fica aberto para o contrabando: "Fica complicado quando existe um canal que se aproveita do marketing e canibaliza quem está trabalhando de modo oficial, pagando os impostos devidos", queixa-se Milton Beck, diretor da divisão da Microsoft responsável pelo Xbox 360.
"É difícil convencer o governo, pela falta de dados concretos e falta de mercado oficial, de que a redução nos tributos poderia aumentar a arrecadação total", diz André Penha, representante da Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos).
Uma das poucas pesquisas disponíveis, divulgada pela associação em 2008, registra que o faturamento total do setor de jogos girava em torno de R$ 87,5 milhões no país.

Investimento
Mesmo assim, quem vai às lojas encontra os consoles à venda, com jogos e acessórios. Em 2008, a Ubisoft abriu uma filial para produzir jogos no Brasil, enquanto as produtoras Activision, Blizzard, Konami e Take-Two também demonstram interesse em investir, trazendo seus jogos para o país.
As empresas, a princípio, terão que jogar com as cartas que estão na mesa, já que, com exceção de um projeto, ainda em tramitação, para incluir os games na Lei de Informática (veja boxe), não há nada em Brasília que aponte para uma redução da carga tributária: "Existem várias instâncias de discussão --Brasília, para os impostos federais, mas principalmente os Estados, para o ICMS. Em suma, qualquer conversa sobre impostos no país envolve o mesmo trabalho 28 vezes pelo menos", diz Penha.

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Sharp lançará telas 3D para aparelhos portáteis

Por Kiyoshi Takenaka

TÓQUIO (Reuters) - A Sharp disse ter planos de começar a fabricar neste ano telas 3D para celulares e outros dispositivos móveis, sem necessidade de uso de óculos especiais, apostando que a demanda por imagens em terceira dimensão crescerá para além das salas de cinema.
A demanda por telas de tamanho menor é importante para os fornecedores japoneses de painéis de LCD depois que eles sofreram com a queda nos pedidos para eletrônicos portáteis, resultado de uma forte baixa nas vendas no mercado doméstico.
A Sharp lançou celulares e computadores equipados com telas que permitiam aos usuários verem imagens em 3D sem o uso de óculos no início da década.
Mas eles acabaram sem a aceitação de público por conta de fatores como tamanho, falta de brilho e conteúdo 3D.
Desde então a Sharp tem desenvolvido telas 3D mais brilhantes e mais finas com maior resolução e sensíveis ao toque.
"Na era 2D, o conteúdo e a infraestrutura saíram dos cinemas para a casa das pessoas, e a das casas para os aparelhos móveis", disse o gerente-executivo da Sharp Yoshisuke Hasegawa em conferência na sexta-feira.
"Acreditamos que o mesmo acontecerá com o 3D. Imagens tri-dimensionais que mal chegaram à tela grande agora estão prestes a chegar aos portáteis".
Hasegawa, chefe da unidade de LCD da Sharp, não revelou meta de vendas para as novas telas 3D.
Hasegawa disse também que a empresa recebeu recentemente pedidos do novo produto de fabricantes de celulares e outros potenciais cliente, mas preferiu não dizer se a Nintendo está entre eles.

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Humildade dentro das empresas não é pecado

Por Américo Marques Ferreira

Você sabe lidar com os ególatras? E com os ensimesmados, narcisistas, dogmáticos, manipulares e autocráticos? Seja humilde. Conheça os diferentes perfis de funcionários e chefes para não repetir o mesmo erro deles.

Alberto Roberto, personagem interpretado por Chico Anísio, nunca iria admitir ser humilde dentro de uma empresa. Seu bordão na TV era: eu sou apenas o máximo, o resto é figuração.
Qualquer semelhança com pessoas ao seu lado ou que trabalham com você não é mera coincidência.
No mundo corporativo é comum encontrarmos pessoas vaidosas que se julgam o centro do universo. Em torno delas, imaginam gravitar os míseros mortais na condição de simples coadjuvantes.
Trata-se de uma disfunção comportamental envolvendo diferentes perfis, dentre os quais encontramos:
EGÓLATRA – como aquela pessoa que resolveu escrever um livro ao qual lhe deu o seguinte título: “As dez pessoas mais humildes do mundo e como eu fiz para encontrar as outras nove“. Costuma também racionalizar a respeito de suas falhas dizendo “falem mal, mas falem de mim”.
ENSIMESMADO – típico de alguém que, após falar duas horas a respeito de si mesmo, vira-se para seu pobre interlocutor e diz: “cansei de falar de mim. Fala você um pouco agora. O que você acha de mim?”
NARCISISTA – característico de pessoas que necessitam confirmar sua suposta superioridade frente a seus “concorrentes”, como se estivessem perguntando a todo instante: “espelho, espelho meu, há alguém mais belo (forte, inteligente, etc.) do que eu?”. Esclareça-se que, nesta metáfora, as consultas ao espelho refletem a insegurança típica de um quadro de alucinação persecutória.
BULLY – termo atribuído a pessoas que pretendem intimidar seus circunstantes através do uso da força física, agressividade, atos de violência ou provocação, todos enquadrados como manifestações de assédio moral e/ou sexual.
DOGMÁTICO – pretenso dono da verdade, caracterizado por um rei da mitologia grega, chamado Procrusteu, que mandou construir uma cama com a exata dimensão de seu corpo. A cada dia ele ordenava que um de seus súditos deitasse nela. Se o tamanho da pessoa fosse maior que sua cama, ele mandava cortar a cabeça. Se fosse menor, ele mandava esticar o seu corpo para que, em qualquer caso, ficassem de seu tamanho. E assim, por se julgar o gabarito do certo e do errado, invariavelmente, matava um súdito por dia.
MANIPULADOR – pessoa que se utiliza de chantagens visando a incutir medo, culpa ou suborno a fim de obter em troca, tempo, afeto, bens materiais ou informação. Ao fazê-lo, reduz seus interlocutores a meros objetos de sua vontade utilitarista e pragmática.
AUTOCRÁTICO – por sua sede de poder busca sobrepujar os outros numa relação de dominação/passividade. Exemplificando, poderíamos imaginar um chefe que, num arroubo de despotismo, dissesse a seus subordinados: “a partir de amanhã quero que todos vocês estacionem seus cérebros e corações lá fora, antes de entrar para o serviço, pois aqui só eu sou pago para pensar e vocês, na condição de mão-de-obra, são pagos para obedecer”.
RÍGIDO – que adota julgamentos dicotômicos do tipo certo ou errado, preto ou branco, além de valorações maniqueístas como bom ou mau, bonito ou feio. Em decorrência de sua falta de flexibilidade, tenta impor às demais pessoas sua visão reducionista do mundo, esquecendo-se de que existem muitas nuanças como possíveis alternativas entre os extremos de um continuum.
Todos esses comportamentos provocam desequilíbrios disfuncionais nos relacionamentos interpessoais. Como não há dois seres humanos iguais na face da terra, cada pessoa merece consideração por sua singularidade, não havendo motivos que justifiquem sentimentos de superioridade ou inferioridade entre seres humanos.
A riqueza nos relacionamentos decorre exatamente da heterogeneidade de opiniões e da diversidade de pontos de vista.
Vale lembrar que até um relógio parado, duas vezes por dia, está certo. Ou seja, dificilmente, em situações de conflito, alguém possui 100% de razão. Qualquer tentativa de intimidação, ou demonstração de pretensa superioridade, deve ser recusada através de posturas assertivas por parte de quem se sente desrespeitado.
Humildade tem a ver com humus, termo que deu origem à palavra fertilizante. Neste contexto, uma pessoa humilde é aquela que sabe apoiar as demais para que evoluam, assim como a terra fértil contribui para que uma semente germine.
Uma banda de jazz é um exemplo de relacionamento sinérgico e equilibrado.
Nela, não existe o maestro e todos os seus integrantes são polivalentes, pois dominam mais de um instrumento.
Dada uma linha melódica, sabem fazer improvisações jazzísticas, alternando-se em momentos de solo e retaguarda, de modo que, a seu tempo, todos brilhem e não haja limitação de bem-sucedidos.

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Novas TVs exibem vídeos por streaming

Por Alex dos Santos

Quem já tem ou pretende adquirir algum dos sofisticados TVs da Samsung com o recurso Internet@TV poderá a partir de agora acompanhar vídeos diretamente do portal Terra, por streaming. Além de já permitir o acesso gratuito aos vídeos do YouTube, notícias e previsão do tempo do Terra, as TVs passam a exibir também todo o tipo de conteúdo de vídeo e foto disponível no site.

Notícias, esportes (campeonato alemão, NBA e Baseball), documentários e parte da programação dos canais Discovery podem ser acessadas facilmente pelo controle remoto. A função Internet@TV é encontrada nas LCDs de LED das séries C6200, C6900, C7000, C8000, C9000 (vídeo); de plasma série 7000; e LCD convencionais da série 650.
Boa “sacada” das duas empresas. Acho o recurso Internet@TV (ao lado do Time Machine da LG) um dos mais interessantes surgidos nas TVs nesses últimos anos, mas seria ainda melhor se houvesse acesso também a outros sites.
Para saber como funciona o recurso Internet@TV, veja o teste da LCD de LED Samsung.

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