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Saiba como consertar
seu PC
Por PC World / EUA
Diagnosticar e consertar um problema
em um PC não é tão complicado. Siga nossas dicas e
economize seu tempo e seu dinheiro!
O seu computador vai ter dar pau, sua câmera vai
quebrar, sua rede vai falhar, e sua impressora vai
mastigar papel. Antes de gastar tempo e dinheiro
esperando por suporte técnico ou pagando por um
profissional da área, leia nossos guias para reparos
básicos: você vai descobrir que muitos dos problemas
podem ser resolvidos em questão de minutos com o
mínimo de esforço. Começamos pelo nosso companheiro
de cada dia, o PC.
Como
consertar seu computador
Considerando quantos componentes diferentes de
software e hardware precisam funcionar corretamente
para se ligar um computador moderno, é quase um
pequeno milagre que eles funcionem tão bem. Não
podemos te dar um remédio que cure todos os seus
problemas, mas podemos fornecer algumas dicas que
cobrem a maior parte dos desastres. Aqui vão algumas
estratégias úteis.
Se o seu PC não quer ligar: Tente ligá-lo em
uma tomada ou régua de força diferente; se for um
laptop, tente uma bateria e um adaptador de força
diferentes, se tiver outro em mãos. Para desktops,
tenha certeza de que todos os plugues internos e
placas estejam corretamente encaixados – placas de
vídeo, memória RAM, tudo.
Se nada disso ajudar, é provável que seja um
problema com sua placa-mãe ou fonte de alimentação,
e a não ser que você tenha peças reserva em mãos, o
melhor a fazer será ligar para o suporte técnico do
fabricante.
Se o seu PC liga, mas não inicia corretamente o
Windows: Primeiro inicie o boot e aperte a tecla
F8 repetidamente durante o processo. Isso talvez
permita que você acesse um menu que o deixe
selecionar diferentes opções de boot, sendo que uma
delas é “Modo de Segurança” (Safe Mode).
Selecione “Modo de Segurança”, desinstale a última
coisa que tenha instalado, atualize todos os seus
drivers (se precisar baixar novos, talvez você tenha
de selecionar “Modo de Segurança com Rede" - Safe
mode with networking), e abra o aplicativo
Restauração do Sistema (Menu Iniciar, Acessórios,
Ferramentas de Sistema, Restauração do Sistema) para
voltar a um ponto anterior em que seu PC poderia ser
iniciado com sucesso.
O Modo de Segurança não funciona? Talvez o seu disco
rígido esteja falhando. Pegue os seus discos de
recuperação do fabricante, faça o boot a partir
deles, e salve todos os dados que você não tenha
feito backup.
Então rode seu applicativo de diagnóstico de disco –
você sempre pode rodar o Check Disk, que está
integrado ao Windows: clique com o botão direito em
seu HD, selecionar Propriedades, clicar na aba
Ferramentas e depois em “Verificar Agora” na aba
“Verificação de Erros”. Não existe cura para setores
ruins – nesses casos você terá de trocar o drive.
Se você escutar seu PC emitindo alguns bipes durante
o processo de inicialização, é mais provável que sua
BIOS esteja tentando dizer que você tem um problema
no nível da placa-mãe de seu computador – o
ventilador do seu processador talvez esteja
desligado, por exemplo, ou a fonte de alimentação
talvez não esteja funcionando corretamente.
Os padrões dos bipes não seguem uma regra, por isso
você vai ter de ir até outro PC para descobrir o
site do fabricante da sua BIOS e verificar o que há
de errado.
Se ouvir bipes ao iniciar o PC, você talvez tenha um
problema no nível da placa mãe.
Se o Windows iniciar com sucesso, e sofrer um crash
em seguida: Comece atualizando todos os seus drivers
– primeiro, os drivers essenciais fornecidos pelo
fabricante do seu computador, e então os drivers dos
seus periféricos e extras. Além disso, não se
esqueça de também atualizar sua BIOS.
Se o seu PC está sofrendo crash logo depois de
iniciar, tente desinstalar tudo que você baixou
recentemente e verifique seus aplicativos de
inicialização e processos de segundo plano para
descobrir se há algo errado.
Você pode ver uma lista de todos os processos no
Gerenciador de Tarefas ao pressionar Ctrl-Shift-Esc
e clicar na aba Processos (Processes) – use o site
ProcessLibrary.com como uma referência para
descobrir o significado dos itens os mais obscuros.
Para os itens de inícialização, digite “msconfig” no
campo de texto no menu iniciar e clique na aba
Inicialização de Programas para ver o que está
acontecendo. Se aparecer algo instalado há pouco
tempo, você talvez tenha achado o culpado.
Se os seus crashes não são tão simples de
reproduzir, tente rodar uma varredura em busca de
vírus e malware com seu antivírus preferido.
Por outro lado, se você instalou um antivírus
recentemente e começou a ter problemas, tente
desinstalá-lo e então usar um diferente. Aplicativos
de segurança geralmente entram nos locais mais
profundos do seu sistema do que outros apps, o que
significa que eles são mais propensos a
incompatibilidade.
Ainda não consegue descobrir o que é? O Google pode
ser seu melhor amigo quando o assunto é localizar e
corrigir erros, especialmente se você tem uma
mensagem de erro à mão – mesmo que os sites de
suporte oficiais não tenham resolvido seu problema,
existem chances de que alguém tenha feito um post
sobre o assunto em um fórum de tecnologia.
Busque especificamente pela mensagem de erro – entre
aspas – para melhores resultados, e se você não
conseguir uma mensagem imediatamente óbvia, tente
procurar no item Encontrar e Corrigir Problemas (no
Windows Vista). No Windows 7 abra o Painel de
Controle, Central de Ações, Manutenção, Histórico de
Confiabilidade, e clique em Ver Todos os Relatórios
de Problemas na parte inferior da janela.
Se não conseguir nenhuma pista, talvez seja preciso
reinstalar o Windows. Faça backup de seus dados,
reformate, e instale do zero.
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Teles querem barrar
plano de banda larga
Por Folha ONLINE
Após a divulgação pelo Planalto do
Plano Nacional de Banda Larga, empresas de telefonia
cogitam recorrer à Justiça para tentar impedir a
Telebrás de oferecer internet rápida a usuários
finais, informa a reportagem de Elvira Lobato
publicada nesta quinta-feira pela Folha.
Segundo executivos ouvidos ontem pela Folha, a
reativação da Telebrás uniu tradicionais
concorrentes, como Embratel, Oi, Telefônica e GVT,
que se sentem igualmente ameaçadas pela perspectiva
de terem concorrência estatal no segmento de banda
larga.
De acordo com a reportagem, as teles esperavam
discussão antes do anúncio, e o plano abre a
possibilidade de intervenção estatal.
O entendimento das teles é que a lei que criou a
Telebrás não daria tal cobertura, e a estatal só
poderia operar a rede de banda larga com autorização
do Congresso Nacional, por meio de uma nova lei.
Para as empresas, a reativação da Telebrás como
prestadora de serviço seria uma quebra nos
compromissos assumidos pelo governo brasileiro por
ocasião da privatização da telefonia, em 1998.
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Plano de banda larga
forçará operadoras a melhorar serviços, dizem
especialistas
Por ANA IKEDA | Do
UOL Tecnologia
Mais
do que promover a inclusão digital dos brasileiros,
o Plano Nacional de Banda Larga irá impulsionar o
crescimento de pequenos e médios provedores de
internet no país. Com o aumento da concorrência,
grandes operadoras serão forçadas a melhorar a
qualidade dos serviços, expandir a oferta e até
mesmo baixar preços, afirmam especialistas do setor
de telecomunicações consultados pelo UOL Tecnologia.
Apesar do entusiasmo, eles alertam para a falta de
um projeto executivo e de prazos para cumprimento
das metas do plano nacional.
“Finalmente o governo está desempenhando seu papel,
o de fomentar a inclusão digital e com a
participação das pequenas e médias empresas, que são
as que mais contratam nesse país”, destaca Horário
Belfort, presidente da Abusar (Associação Brasileira
dos Usuários de Acesso Rápido à Internet).
O Plano de Banda Larga disporá da rede –
administrada pela Telebrás – da extinta Eletronet,
“uma grande avenida que precisará ser completamente
ramificada", segundo o especialista. Essa tarefa que
ficará a cargo, principalmente, das pequenas e
médias empresas de telecomunicações. “As grandes
operadoras no Brasil cobram caro por um serviço de
internet péssimo porque não têm concorrentes. Com a
reativação da Telebrás, esse cenário mudará”, prevê.
Rui Bottesi, presidente da AET (Associação dos
Engenheiros de Telecomunicações), considera que uma
nova fase do setor de telecomunicações no país está
sendo iniciada. “O governo tomou uma decisão
arrojada. Apesar das correntes de resistência do
mercado, o Plano de Banda Larga saiu do papel. E o
lado positivo é a operacionalização de uma rede, a
da Eletronet, que não estava sendo utilizada”,
afirma.
Bottesi lembra que a Telebrás tem um nome forte e
que as grandes operadoras terão de repensar o
mercado. "Esse é um passo inteligente do governo,
inclusive para fomentar novas tecnologias, e as
grandes empresas terão de ir atrás delas".
Empecilhos
Apesar do anúncio da desoneração de R$ 11,36 milhões
pelo Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de
Telecomunicações) para pequenas e médias
prestadoras, Belfort chama a atenção para a cobrança
de licenças SCM (Serviço Comunicação Multimídia) da
Anatel, não comentada nesta quarta.
São licenças que encarecem a implantação da
infraestrutura de rede e demoram até um ano para
serem concedidas. “Seria interessante que o governo
desse essas licenças gratuitamente ou a um valor
baixo. É incongruente cobrar uma taxa como esta,
proibitiva aos pequenos e médios provedores”,
aponta.
Outro problema segundo o presidente da Abusar é a
falta de apresentação de um projeto executivo. “Não
falaram de orçamentos nem prazos de execução. É
importante saber o que será efetivamente feito, até
quando e, principalmente, quais municípios receberão
primeiro a banda larga”.
Já Bottesi faz outro alerta, agora sobre a escolha
do comitê que irá gerir a Telebrás. “Há um histórico
do país usar estatais como um ‘cabide de emprego’. É
hora de fazer uma blindagem em relação a possíveis
interferências políticas e escolher pessoas com
competência técnica para levar à frente o plano de
banda larga”, ressalva o presidente da AET.
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Cinemark mostrará
jogos da Copa em 3D
Por Planetech
O mistério chegou ao fim. A rede
Globo anunciou na quarta-feira que fará, em parceria
com a Fifa, Cinemark e Golden Goal, empresa
brasileira de gestão esportiva que representa a
Aruna Media AG, detentora dos direitos mundiais da
Copa do Mundo Fifa 2010 em 3D, que transmitirá todos
os jogos do Brasil na Copa do Mundo em três
dimensões nas salas de cinema da rede Cinemark.
A parceria prevê a exibição de oito
jogos em 25 salas da Rede Cinemark, além de eventos
externos exclusivos para patrocinadores. A
coordenação é da Golden Goal e a Rede Globo é
responsável pela supervisão-geral da recepção do
sinal via satélite e retransmissão para as salas de
cinema. Também está prevista a adição de conteúdo
jornalístico da emissora às transmissões em 3D.
Na própria quarta-feira foi realizado
em São Paulo o primeiro teste de transmissão ao vivo
em 3D com a cobertura de jogo do Campeonato Francês
de futebol. A previsão é que sejam transmitidos
todos os jogos da Seleção Brasileira, incluindo a
final e a disputa de terceiro e quarto lugar. Foram
escolhidas salas das seguintes cidades: Rio de
Janeiro, São Paulo, Curitiba, Brasília, Belo
Horizonte, Porto Alegre e Salvador. |
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Nova família de chips
da AMD estará em 109 modelos de notebooks
Por Ian Sherr
SAN FRANCISCO, Estados Unidos (Reuters)
- A Advanced Micro Devices pode conquistar alguns de
seus maiores avanços no mercado de laptops, que
atravessa rápido crescimento, graças a uma nova
geração de chips de alta eficiência energética que
será revelada na semana que vem.
Pessoas que conhecem o assunto e trabalham para a
AMD afirmaram que os mais recentes
microprocessadores da empresa devem ser oferecidos
em 109 modelos de laptops de grandes fabricantes nos
próximos meses, o que representa o melhor desempenho
pela empresa na crucial temporada da volta às aulas.
No ano passado, chips da AMD estavam disponíveis em
40 modelos de computadores portáteis.
"Essa é a primeira vez que vemos tanta atenção aos
nossos notebooks", disse a fonte, em menção aos
chips da empresa para laptops.
E embora ainda não tenham surgido mudanças em termos
de participação de mercado, "normalmente um número
maior de modelos dita maiores vendas", disse a
fonte, acrescentando que as ofertas equipadas com
chips da empresa vêm crescendo firmemente em todos
os grandes fabricantes de computadores.
A AMD, segunda coloca no mercado dominado pela
Intel, vem enfrentando dificuldades para ganhar
mercado no segmento de laptops, que nos últimos anos
vem apresentando crescimento mais rápido que o dos
computadores de mesa.
As ações da AMD vêm apresentando desempenho inferior
às da Intel desde o começo do ano, com queda de
14,57 por cento, ante alta de 5,44 por cento para a
rival.
No entanto, no fechamento do pregão da quinta-feira
elas estavam cotadas a 8,27 dólares, mais que o
dobro de sua marca mais baixa do último ano, 3,22
dólares, na bolsa de Nova York.
Os primeiros sinais indicam que a nova linha de
chips a ser revelada na semana que vem está obtendo
respostas positivas dos maiores fabricantes de
computadores, devido aos esforços da AMD para
simplificar suas múltiplas ofertas sob a nova marca
"Vision", bem como devido a uma duração de bateria e
desempenho superiores em toda a linha, de acordo com
uma das fontes.
No primeiro trimestre de 2010, segundo a IDC, a AMD
respondeu por 12,1 por cento dos chips vendidos
mundialmente, ante 87,8 por cento da Intel.
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Queda da bolsa nos
EUA dificultou acessos ao Google e Yahoo
Por IDG News Service
Canais de finanças dos portais
sofreram com a alta quantidade de usuários na
quinta-feira(6/7); problema afetou sites
especializados, como o Fidelity.
A queda na bolsa de valores americana na
quinta-feira (6/5) causou erros e lentidão em alguns
sites e portais, especialmente os da área financeira
ou que abrigam canais de economia. O motivo foi a
tentativa de acesso por um número elevado de
usuários, em busca de informações sobre a situação
de seus investimentos.
Uma porta-voz do Yahoo disse que o portal passou
apenas por falhas momentâneas. A Google confirma que
enfrentou problemas, mas alega que as dificuldades
afetaram apenas a uma pequena parte de seus usuários
e por um período curto.
O Fidelity afirmou que quase registrou um recorde de
transações e teve momentos de lentidão, mas não
houve interrupção do serviço durante o dia. Segundo
um representante da empresa, Vin Loporchio, algumas
transações online foram executadas, mas não ficaram
imediatamente disponíveis para visualização.
O índice Dow Jones teve uma queda massiva de 1000
pontos na tarde de ontem que pode ter sido causada
por um erro de digitação , de acordo com alguns
relatórios.
O incidente levou um deputado a pedir uma melhor
regulamentação sobre a tecnologia por trás da
transação de ações. "Eu também venho alertando há
meses que nossos reguladores precisam possuir melhor
capacidade para processar grandes volumes de
negociações”, disse o democrata de Delaware, Ted
Kaufman em um comunicado. "A predisposição para
gerar rotas falsas e criar um caos no mercado elevou
sua cabeça novamente hoje."
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Sistema permite
interação sem toque na tela
Por Folha ONLINE
Tablets como o iPad e dez entre dez
smartphones modernos indicam que o presente e o
futuro dos dispositivos móveis revolvem em torno das
telas sensíveis ao toque.
Mas uma equipe da Universidade de Tóquio liderada
pelo professor Masatoshi Ishikawa está trabalhando
em uma tecnologia que permite controlar aparelhos
movimentando o dedo no ar, à frente da tela, sem
encostar nela.
Reprodução

Demonstração de tecnologia feita por
equipe de universidade para controlar aparelhos sem
encostar na tela
O sistema conta com uma câmera capaz
de registrar 154 quadros por segundo, que captura o
movimento dos dedos, e com um processador que
detecta se eles estão se movendo para trás ou para a
frente.
Segundo os pesquisadores, o foco da tecnologia são
programas 3D desenvolvidos para dispositivos móveis.
Entre as aplicações práticas do protótipo estão a
digitação de textos e a possibilidade de virar
páginas de livros eletrônicos movimentando o dedo.
Outra função possível é a de zoom: aproximando o
dedo da tela, a imagem que aparece é ampliada;
afastando-o, ela diminui.
A equipe do projeto pretende tornar a tecnologia
comercial "em breve", sem estimar datas. Veja um
vídeo de demonstração em bit.ly/semtocar e leia mais
sobre o projeto, em inglês, em bit.ly/projuntoq.
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Vírus “retrô” destrói
arquivos do computador
Por Daniel dos
Santos, Macworld Brasil
Nova praga virtual age como as
ameaças da década de 1990, que apagavam dados vitais
do PC.
Os mais novos não devem se lembrar, mas há cerca de
20 anos, os vírus de computador tinham como objetivo
atormentar os usuários de PCs (não roubar dados,
como faz hoje a maioria das pragas virtuais),
destruindo dados. Pois a empresa de segurança Sophos
identificou uma nova ameaça que segue essa
estratégia “retrô”.
Trata-se do W32/Scar-H. Esse programa nocivo tem
como objetivo simplesmente apagar todos os arquivos
executáveis do computador, gravando seu código sobre
eles. Segundo a Sophos, ele é como uma bomba
virtual, pois detona os arquivos do computador.
A ameaça costuma se disseminar por drives
compartilhados (que são muito comuns em redes de
computadores) e por dispositivos de armazenamento
portáteis, como discos rígidos externos.
Ao ser executado pela primeira vez ele cria os
arquivos (cópias suas) <System>\ntldr.exe e <Root>\WinNT.exe,
além de <Root>\AutoRun.inf. Feito isso, passa a se
disseminar com o uso de drives mapeados. Depois,
passa a substituir todos os arquivos do drive C: com
extensão .exe por uma cópia sua. Com tudo isso, o
computador passa a não funcionar mais.
Ao religar a máquina, o usuário recebe a mensagem
“Windows could not start because the following file
is missing or corrupt: <Windows root>\system32\ntoskrnl.exe.
Please re-install a copy of the above file”.
Resumindo: o Windows não conseguiu carregar porque
um arquivo não está acessível ou foi corrompido. Por
favor, reinstale o arquivo”.
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Sustentabilidade vira
desafio para os gestores de TI
Por CIO/EUA
Um estudo da CIO/EUA mostra que 61%
dos executivos trabalham para reduzir o impacto das
atividades das organizações no meio ambiente.
O consumo de energia e dos recursos naturais são
hoje uma preocupação que precisa estar no radar das
organizações. Mais do que isso, essas questões devem
ser analisadas na hora de pensar em novos produtos e
serviços que criem vantagens competitivas.
Se está clara a preocupação das empresas, por outro
lado, o papel do CIO nesse processo não parece
óbvio. “Existem diferentes perspectivas do que pode
ser considerada uma postura sustentável”, observa o
ex-CIO da Nasdaq e da Capital One, Gregor Bailar.
Um recente estudo da CIO/EUA mostrou que 52% dos
profissionais de TI afirmam que suas organizações
investiram em algum tipo de solução ‘verde’ com o
apoio da área de tecnologia. Entre esse grupo, 32%
disseram que já têm novas iniciativas engatilhadas e
outros 25% estão planejando adotar programas ligados
à sustentabilidade no próximo ano. No geral, a
maioria (61%) trabalha para tentar reduzir o impacto
que o trabalho da companhia terá no planeta.
Quando o assunto é sustentabilidade, existe uma
forte pressão para que a área de tecnologia da
informação esteja inserida na discussão. “É o mesmo
que aconteceu com os CIOs no início dos anos 90,
quando a TI começou a ser envolvida na estratégia de
negócio”, explica o CIO da Dow Chemical, David
Kepler, que atua ainda Chief Sustainability Officer
da companhia. “Meu objetivo é transformar [sustentabilidade]
de uma ideia em uma estratégia baseada em impactos
econômicos”, acrescenta. Como exemplo, ele cita que
atua nas discussões de como o grupo pode fabricar e
utilizar materiais que impactem menos no ambiente.
Para tornar a empresa realmente ‘verde’ deve-se
mudar o comportamento dos funcionários para que eles
tomem decisões e adotem práticas sempre com o meio
ambiente em mente. Essa transformação requer um
trabalho intenso e de longa duração.
O vice-presidente sênior e CIO da UPS, David Barnes,
considera: “não é uma coisa que muda em um ano ou um
mês.”
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Softex quer promover
associações de capital
Por Verônica Couto,
para a Computerworld
O Programa de Alianças Empresariais (Paemp)
da entidade quer iniciar pelo menos dez operações
este ano; a meta é dar maior competitividade às
empresas.
A Softex está em campanha para fomentar associações
na área de software, alternativa ideal para tornar
as empresas do setor mais fortes, sobretudo no
mercado internacional, segundo o diretor de
qualidade e competitividade da entidade, José
Antonio Antonioni. Na opinião dele, o mercado
poderia passar, em quatro ou cinco anos, dos atuais
8 mil empreendimentos nacionais, com faturamento
anual médio de 2,4 milhões de reais a 5 milhões de
reais cada, para um cenário mais enxuto, de cerca de
200 operações, mas com receitas robustas.
Estudo de casos desenvolvido pelo Programa de
Alianças Empresariais (Paemp) da Softex concluiu que
os três modelos associativos de negócio mais
adequados ao segmento seriam as fusões e aquisições;
consórcios; e joint ventures. Basicamente, porque
promoveriam retorno rápido e custariam menos, por
exemplo, do que a abertura de capital em Bolsa.
Antonioni, que participou nos dias 5 e 6 de maio do
I Congresso Softex de Alianças Empresariais, em São
Paulo, diz que os interessados podem procurar os
consultores do Paemp, preparados para fornecer
consultoria e apoio técnico. Em 2010, a meta é
iniciar dez grupos ou ações de associação dentro do
programa, afirma Antonioni.
O custo do serviço oferecido pela entidade varia
muito, de acordo com os projetos e a faixa de
faturamento das empresas. Um grupo hipotético de
cinco empreendimentos de médio porte, para cobrir
todas as etapas de uma operação de associação
(seleção do parceiro, diagnóstico estratégico,
escolha do modelo de negócio, due dilligence –
pesquisa para ver se os envolvidos estão “limpos” na
praça, avaliação ou valuation, assessoria jurídica,
plano de integração, etc.), teria de desembolsar da
ordem de 200 mil reais, estima a Softex.
A entidade publicou no seu site (www.softex.br)
guias e documentos de orientação sobre processos
associativos e apresentou, no congresso, vários
casos bem-sucedidos de fusões, consórcios, etc. No
evento, André Burger, do Proinvest, assinalou a
importância, nesse movimento, dos fundos de private
equity,que teriam ainda US$ 15 bilhões não aplicados
para investir no país (em todos os segmentos
econômicos, não só TI). Esse segmento, diz ele,
cresce muito. Eram 46 gestores de fundos no país em
2000, para 100, atualmente. Tecnologias e soluções
que, na sua avaliação, têm despertado interesse de
investidores seriam computação em nuvem (cloud),
mobilidade e redes sociais.
Antonioni também defende políticas públicas que
favoreçam o associatismo. “Por exemplo, seria muito
interessante se o governo permitisse a maior
participação dos consórcios em editais”, destaca.
“Muitas vezes, uma empresa não pode oferecer uma
solução eficiente, porque, sozinha, não tem o
capital mínimo exigido no edital; mas poderia chegar
a ele, associada a parceiros”.
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Terceirização: 3
razões que dificultam a inovação
Por CIO/EUA
Especialista da Forrester Research
destaca que inovar é uma preocupação das empresas e
dos fornecedores, mas ambos têm visões diferentes do
tema.
Os departamentos de TI optam pela terceirização por
diversos motivos, os principais são: cortar custos,
melhorar serviços e aumentar a eficiência. Ao mesmo
tempo, eles esperam que os provedores inovem –
apesar da maioria não ter clareza sobre o que
significa inovação no contexto de outsourcing.
Um estudo conduzido pela consultoria Forrester
Research, em 2009, descobriu que 38% dos usuários
corporativos enxergam a inovação e as constantes
melhorias como o principal ponto fraco dos
provedores de serviços terceirizados. Na mesma
pesquisa realizada no ano anterior, essa base era de
33%.
“Os clientes esperam mais dos provedores do que só
uma redução de custos e um serviço confiável”,
avalia o analista sênior da Forrester Chris Andrews.
“Na maioria dos casos, eles querem que os
fornecedores estejam alinhados com os negócios e
isso implica em algum tipo de evolução nas
competências dos provedores", acrescenta.
Os principais provedores de serviços terceirizados
reconhecem que a inovação é uma condição essencial à
sobrevivência deles no mercado. “Nenhum dos
fornecedores com quem eu falei está despreocupado
com essa questão”, afirma Andrews que, recentemente,
entrevistou dez empresas que atuam com a oferta de
outsourcing para descobrir a diferença entre as
expectativas dos fornecedores e dos usuários em
relação à inovação.
O analista ainda é enfático ao explicar que o
problema está do lado do usuário. Segundo ele, as
empresas erram na hora em que esperam a inovação por
parte de um parceiro terceirizado.Como forma de
solucionar a questão, ele cita três erros principais
que os departamentos de TI cometem na hora de cobrar
que os provedores atuem de forma inovadora:
1. O cliente não sabe o que quer
Todos querem inovar, mas ninguém sabe o que é isso.
Em conversas com um provedores de serviços de TI,
Andrews descobriu que a maioria concordava que
inovação estava ligada a algo que poderia ser algo
novo e que tivesse um impacto direto no negócio, mas
a escala e o escopo dessas iniciativas variava muito
entre os profissionais.
Antes da recente crise internacional, firmar acordos
voltados a TI verde era visto como inovação. Nos
últimos anos, contudo, o foco mudou para corte de
custos, preservar o fluxo de caixa ou aumentar a
eficiência. Nos próximos anos, isso pode migrar para
cloud computing e computação social.
Se a companhia que contrata o serviço terceirizado
não define a inovação dentro de sua própria
realidade, o provedor não vai conseguir suprir seu
desejo. “Não penso que muitos [clientes] saibam o
que estão procurando”, diz Andrews. Ele aconselha
que as organizações sejam claras com seus
fornecedores. Uma boa forma é começar avaliando o
que inovação representa para os diversos
stakeholders (executivos, líderes de negócio,
desenvolvedores de produtos, equipes de marketing,
entre outros).
Se mesmo assim ficar difícil desenhar o que é
inovação, o especialista indica que a empresa busque
o apoio do fornecedor. Muitos deles já têm ideias
claras, por conta de projetos realizados para outros
clientes.
2. A organização escolhe o fornecedor errado
Uma empresa de body shop nunca poderá ser inovadora.
“Se o cliente escolheu um provedor de serviços só
para economizar custos, não tem qualquer
justificativa para pedir que o fornecedor entregue
algo muito inovador”, ressalta Andrews, que
acrescenta: “Isso é uma grande reclamação dos
provedores. Eles dizem que podem inovar, mas os
clientes não querem pagar mais por isso. Corte de
custos e inovação até podem coexistir, mas isso não
representa algo fácil.”
Por outro lado, o material de marketing dos
fornecedores faz questão de ressaltar a habilidade
para inovar, mas uma análise mais apurada vai
revelar que o discurso está diretamente ligado ao
que eles já oferecem de forma tradicional. Mas o
analista da Forrester ressalta que isso dificilmente
atende às demandas das organizações.
O mais importante, analisa Andrews, é olhar para um
fornecedor que esteja entusiasmado com os desafios
da inovação.
3. Falta de métricas específicas
A inovação na terceirização de TI varia de cliente
para cliente. O mesmo vale para as métricas. Os
clientes precisam definir seus objetivos individuais
e ligar isso a acordos de nível de serviço nos
contratos.
Isso é mais fácil de falar do que de fazer.
Provedores estão começando a se movimentar além das
métricas tradicionais, que são fáceis de avaliar – e
entregar – para padrões mais complexos. Mas a
transição está acontecendo de forma mais lenta do
que se espera, aponta o especialista da Forrester.
“Os clientes entenderam que uma variedade de fatores
internos e externos poderia impactar as métricas de
negócio – não só o trabalho dos provedores de
serviços – e eles estão hesitantes para colocar isso
em contrato”, pontua Andrews.
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Custo de vazamentos
de dados é mais alto nos EUA
Por IDG News Service
O prejuízo médio elevado de uma
violação de informações nos EUA se justifica pelas
leis mais rígidas, segundo pesquisa do Ponemon
Institute.
O custo médio para as organizações dos Estados
Unidos dos vazamentos de dados é mais alto do que
para outros países, como Austrália, França, Alemanha
e Reino Unido, segundo um relatório do Ponemon
Institute, publicado nesta quarta-feira (28/4).
Em 2009, o custo médio de um vazamento nos EUA era
de 204 dólares por registro de cliente comprometido,
em comparação aos 177 dólares na Alemanha, 119
dólares na França e 98 dólares no Reino Unido. De
acordo com o analista sênior de privacidade da
Ponemon, Mike Spinney, a razão pelo valor elevado
nos EUA são as leis mais rígidas contra violação de
dados.
“Advogados custam dinheiro”, diz Spinney. “Os custos
são maiores nos EUA porque lá existem requisitos de
divulgação.”
Diferentemente dos EUA, Austrália, França e Reino
Unido não têm esse tipo de requerimentos para
notificação de vazamentos de dados previstos na lei
- apenas a Alemanha adotou alguns desses
procedimentos recentemente, diz Spinney.
Fora dos EUA, as organizações devem informar
periodicamente os governos locais sobre vazamentos
de dados, mas essa informação geralmente não se
torna pública, como costuma acontecer nos Estados
Unidos, destaca Spinney.
De acordo com o relatório, o custo total de uma
violação de dados nos Estados Unidos é de 6,75
milhões de dólares. Na Alemanha, o valor é 3,44
milhões de dólares, enquanto no Reino Unido e na
França o custo é de aproximadamente 2,5 milhões de
dólares.
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China se protege
contra "forças hostis estrangeiras" na Internet
Por Lucy Hornby
PEQUIM (Reuters) - A agência
reguladora de mídia na China prometeu tomar uma
posição sobre os crimes online e fortaleceu o
monitoramento para evitar que "forças hostis
estrangeiras se infiltrem através da Internet",
afirmou a imprensa estatal nesta segunda-feira.
Wang Chen, chefe da Secretaria de Informação do
Conselho de Estado, afirmou na sexta-feira que o
país pode intensificar sua posição sobre crimes
online como parte de uma campanha em vigor que,
segundo ele, prendeu mais de 5.510 suspeitos no ano
passado.
A agência de notícias Xinhua reportou os comentários
de Chen como parte de um artigo sobre drogas na rede
nesta segunda-feira.
Ele disse ainda que a China fortalecerá o
monitoramento de "informações nocivas" na Internet
numa tentativa de bloquear informações prejudiciais
e sua disseminação no país e evitar que "forças
hostis estrangeiras se infiltrem através da
Internet", segundo a Xinhua.
Conforme cresce o número de internautas chineses,
crescem também os esforços do governo para limar
qualquer informação que possa ameaçar o Partido
Comunista.
A China possui cerca de 404 milhões de usuários de
Internet, incluindo 346 milhões que utilizam banda
larga e 233 milhões com acesso via celular, informou
a Xinhua, citando Wang.
No ano passado, a China iniciou uma campanha de três
fases para reforçar os controles de Internet e
reduzir a capacidade dos usuários de operar de forma
anônima na rede.
O país bloqueou diversos sites sociais estrangeiros
desde 2009, incluindo Facebook, YouTube e Twitter.
Os regulares continuam restritivos quanto a sites
com temas sobre minorias étnicas, particularmente
tibetanos, mongóis ou uighurs, que possuem
comunidades exiladas ativas e populações no país que
provocam Pequim e protestam contra as políticas que
beneficiam a maioria han.
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5 coisas que você não
sabia ser possível no Google Docs
Por Kristin Burnham,
da CIO/EUA
Quase todo mundo já conhece o básico
do Docs, como Gmail ou carga de textos. Mas alguns
truques criados pela empresa podem ajudar ainda
mais.
Você provavelmente já conhece o básico do Google
Apps. Já deve ter usado o Gmail ou carregado alguns
arquivos no Google Docs, ou mesmo criado uma página
web como o Google Sites. Mas seja você um novato ou
usuário ocasional, vale a pena aprofundar-se no
ambiente.
O Google incluiu diversos atalhos e truques capazes
de tornar sua experiência no uso do Google Apps mais
personalizada, direta e simples. Cinco delas podem
ser exploradas já.
1::Ligue os atalhos no Gmail e ganhe agilidade
Os atalhos do Gmail – são quase 50, no total –
ajudam a economizar tempo na leitura, redação,
descarte e arquivamento de e-mails em sua caixa
postal.
Por padrão, esses atalhos estão desligados. Para
ligá-los, entre na sua conta do Gmail e escolha
“Configurações” na barra de navegação, no topo
direito da tela. A terceira opção é “Atalhos do
teclado” – escolha “Atalhos do teclado ativados” e
clique em "Salvar alterações".
Uma lista completa dos atalhos disponíveis, em
português, pode ser conferida na página de ajuda do
Gmail.
2::Receba lembretes do Google Agenda via SMS
Se você quer ser lembrado de seus compromissos pelo
Google Agenda (Calendar, na versão em inglês) mesmo
quando estiver longe de um PC, não se preocupe. É
possível ativar o serviço de forma simples, com
alguns passos rápidos.
Primeiro, entre na conta do Google Agenda e escolha
“Configurações”. Depois, clique em “Configuração de
Celular”, e forneça as informações solicitadas (não
esqueça de verificar se sua operadora aceita o
serviço). Um código de verificação será enviado ao
seu celular. Digite o código no campo apropriado e
clique em “Concluir configuração”.
Quando a configuração estiver completa, você poderá
ser lembrado dos eventos por meio do envio
automático de mensagens SMS. Para isso, você deverá
abrir a janela Editar Detalhes do Evento e, no campo
Lembrete, escolher SMS.
Usuários dos Estados Unidos têm uma comodidade
adicional. Eles podem enviar eventos para sua agenda
via celular. Mande, por texto, os detalhes de seu
evento (por exemplo: jantar com João 6:30pm May 16)
para GEVENT (48368). Você receberá uma mensagem de
confirmação em seguida, e o compromisso aparecerá em
sua agenda.
Pode ser que sua operadora cobre pelos envios, via
SMS, de lembretes dos eventos. Na dúvida, a Google
recomenda consultar a operadora.
3::Rabisque colaborativamente com o Google Drawings
O Google Drawings é o mais novo app da suíte de
ferramentas na nuvem da Google. Este editor do
Google Docs o ajuda a criar gráficos, diagramas,
desenhos e outros esquemas – perfeito quando você
trabalha na visualização do cronograma de um projeto
ou mesmo constrói mapas mentais de uma ideia.
Para acessar o Google Drawings, entre em sua conta e
clique em “Documentos”. Depois, clique em “Criar
novo” e escolha “Desenho” no menu, para começar a
trabalhar.
Alguns outros destaques: você pode editar seus
desenhos em tempo real com qualquer pessoa, bastando
selecionar “Compartilhar” e "Convidar pessoas". Você
também pode bater papo com as pessoas você edita ou
desenha, a partir do editor de desenhos.
Embora já estejam disponíveis na versão em
português, a previsão é que esses dois recursos
seriam liberados totalmente em junho; se não
conseguir visualizá-los, você pode optar pela versão
“preview”, indo até a página de configuração do
Docs, escolhendo a aba “Edição” e clicando em “Crie
novos documentos de texto usando a versão mais atual
do editor de documentos”.
O editor de desenho também suporte guias de
alinhamento, ajuste à grade e a publicação de
desenhos como imagens.
4::Transforme seus PDFs em texto editável
Se você baixou um PDF que gostaria de editar, ou se
você digitalizou um documento que gostaria de
converter para um documento Google, use o Google
Documents List API – uma ferramenta que usa
reconhecimento óptico de caracter para converter o
texto de imagens de alta resolução em texto que você
pode editar.
Para fazer isso, entre em sua conta Google e visite
este site. Selecione o arquivo que você gostaria de
converter e clique “Start OCR import”. Leve em conta
que seu arquivo deve ter um bom nível de resolução –
o recomendável são caracteres com 10 pixels de
altura. O tamanho máximo do arquivo é de 10 MB.
Quando a carga estiver completa, o documento será
carregado no Google Docs. Lá você poderá fazer as
mudanças que quiser. Dependendo da qualidade do
documento, algumas palavras poderão não ser
convertidas. Elas serão marcadas em amarelo, com os
dizeres “texto não reconhecido”.
5::Veja os eventos de sua agenda em vários fusos
horários
Se você viaja com frequência ou mantém escritórios
em diversos fusos horários, poderá configurar sua
agenda no Google para visualizar seus compromissos
de acordo com mais de um fuso horário, eliminando
cálculos confusos na hora de agendar compromissos.
Para ligá-lo, visite a aba “Configurações” de seu
Google Agenda. Sob “Seu fuso horário atual”, escolha
"Mostrar um fuso horário adicional", e dê ao novo
fuso um nome apropriado. Quando você estiver sob
outro fuso, visite a página novamente e clique o
botão “Alternar” à direita. Ela vai configurar sua
agenda para que todos os compromissos e reuniões
aparecerão em seu fuso horário atual.
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